O tempero do Brasil em Toronto

Semana passada fui ao restaurante de comida brasileira Sabor Brasil pela primeira vez. Eu estava louca para comer moqueca e uma amiga me indicou o local. A comida é tãaaaao gostosa que decidi voltar lá nesse fim de semana e vou compartilhar com vocês a minha experiência.
Sabe quando a sua mãe tá cozinhando o almoço e lá da sala você sente o cheiro do feijão? Foi essa a sensação que tive logo ao chegar. O local é pequeno e simples, porém aconchegante.
Enquanto pedíamos a entrada (aipim frito, também conhecido como mandioca, com picanha cortadinha e cebola), percebi que na Tv passava um dvd de Alceu Valença. Voltei no tempo, para a época em que morava na Bahia e meu tio Biá, que tem síndrome de down e uma fixação absurda por música e pelo artista pernambucano, tocava “Anunciação” e outros clássicos repetidamente em seu violão.

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No cardápio de bebidas, uma das minhas paixões: suco de caju. Gente, vocês não imaginam o quanto eu era viciada em sucos no Brasil. E a dupla caju e goiaba sempre foi a minha favorita. Obrigada, Sabor Brasil!

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A porção de cassava, como eles chamam a mandioca, chegou e, a cada garfada, o Nik repetia que aquela já era a comida preferida dele.

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Eu estava sonhando com uma moqueca desde que voltei das férias no Brasil, há um ano. Sou louca por frutos do mar e não é a toa que o nome do blog é Moqueca Canadense, em alusão a um dos pratos preferidos de nós, baianos.
Pedi a porção individual da moqueca de peixe com camarão, acompanhada por arroz e pirão. O Nik, que não é fã de peixe, pediu a picanha com queijo (da qual ele já virou fã) com arroz, feijão, farofa, vinagrete e batata-frita.
É óbvio que, por estar no Canadá, as minhas expectativas com relação a moqueca eram baixas. “Não vai ter dendê, vai ser meio sem graça”, foram os meus pensamentos. Mas gente, que mãos de FADA são essas da Claudinha? Sim, porque depois de entrar em êxtase com a minha moqueca, eu pedi para ir dar um abraço na cozinheira responsável por realizar o meu sonho. A moqueca tem dendê! Claudinha, quer ser minha roommate? Hahahaha

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Bom demais!

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O Nik nem conseguiu terminar, pois o prato e as porções são muito bem servidos (não aparece na foto mas vem com a porção de feijão e vinagrete)

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Olha a fadinha, digo, Claudinha, com a mão na massa!

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Enquanto eu conversava com a Claudinha, a proprietária do restaurante, Marlene, chegou, e eu, curiosa que sou, aproveitei para bater um papo com ela sobre o restaurante. Contei sobre o blog e que iria escrever sobre o Sabor Brasil. Ela ficou super feliz.
A Marlene me contou que é de Aimorés, cidade mineira que fica bem pertinho de Vitória, Espírito Santo, e que junto com o marido, abriu o restaurante há 4 anos. Do cardápio, ela cuidou com carinho especial, afinal, sabia que seria uma das poucas representantes da culinária brasileira na cidade. As receitas foram criadas em parceria com a irmã, Carmen e com a comadre Juliana. “A gente se preocupa muito em manter as tradições brasileiras. A moqueca é feita com ingredientes frescos e a receita já virou uma tradição que repasso a todas as cozinheiras”, contou a proprietária.
O casal não investiu em publicidade e a maior propaganda é a famosa boca a boca feita por clientes que assim como eu, visitam o restaurante sem muitas expectativas e acabam se surpreendendo.

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Marlene, Karol e Elaine

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Para fechar com chave de ouro a nossa visita ao local, pedimos a sobremesa: beijinho e brigadeiro. E eu que já estava feliz fiquei ainda mais. Porque certas comidas, por mais simples que sejam, são capazes de despertar memórias e alimentar a alma.

Restaurante Sabor Brasil
1702 St. Clair Ave. West, Toronto, ON
Tel: (647) 340-4036
Eles ainda não possuem website, mas existe uma página no Facebook com fotos e a opinião de outros clientes.

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Ah, Canadá!

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O mundo precisa de mais Canadá – foto tirada na Indigo bookstore do Eaton Centre.
Ontem li uma matéria no Globo.com sobre a vida dos imigrantes no Canadá. Segue o link para quem ainda não viu. Não concordo com tudo, mas cada imigrante tem uma visão e experiência diferente. Porém, concordo com a ideia principal da matéria, que é mostrar que o país nos recebe de braços abertos.

Uma ótima terça a todos!
🙂

Apps que facilitam a sua vida em Toronto

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Quem é que consegue passar mais de um dia sem usar a internet para consultar algo, como o telefone de um restaurante ou o endereço de uma loja? Eu não consigo. E desde que mudei para o Canadá, uso o meu Iphone ainda com mais frequência do que costumava usar no Brasil. Eu mal acordo e já pego o celular para checar a temperatura lá fora, com uma pontinha de esperança de que não vai estar tão frio.
Foi pensando no meu “vício” que resolvi escrever esse post, usando o meu celular – porque um certo dia o meu computador encheu de vírus e eu tive que baixar o app do wordpress no celular. Desde então, não consigo mais escrever no blog usando o computador! – para dar dicas de alguns aplicativos que irão facilitar a sua vida aqui em Toronto.

The Weather Network

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Esqueça o hábito brasileiro de nunca checar a previsão do tempo. O The Weather Network vai ser o seu melhor amigo e pior inimigo ao mesmo tempo. É ele que você irá checar logo ao abrir os olhos pela manhã. É ele que vai te dar as melhores e as piores notícias. E que vai te ajudar a decidir quantas camadas de roupas você vai usar, se você vai poder andar de bike ou se vai chover, nevar. Se o dia vai estar bom para um programa no parque, uma corrida na rua ou para ficar embaixo do cobertor assistindo a um filme.

TTC Navigator

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Esse vai te salvar enquanto você ainda não estiver acostumado com as linhas de metrô, ônibus e streetcars. O aplicativo mostra o mapa do metrô de Toronto, além de informações sobre os horários de saída dos ônibus e streetcars em diferente pontos. Nunca uso essa função, pois tem um outro que funciona melhor. Mas, esse já me ajudou muito logo que cheguei e ainda estava toda confusa com as linhas do metrô.

Rocket Man
O Rocket Man é o meu favorito para checar o horário dos ônibus e streetcars. Ele é bem exato e confiável. Super necessário no inverno, quando ninguém quer ficar um tempão esperando o ônibus. Eu checo sempre antes de sair de casa e calculo o tempo certinho até o ponto para não ficar lá por muito tempo. Outra função do aplicativo é mostrar todos os pontos de bike sharing, onde você aluga bicicletas e onde você pode devolvê-las.

Toronto Cycling
E por falar em bikes, se você é do tipo que usa a magrela para tudo, deve baixar esse app. O Toronto Cycling armazena todas as informações das suas pedaladas: distância percorrida, rota escolhida, restrições da rota, velocidade máxima, calorias queimadas, bebedores públicos… Enquanto você usa o app, todas as informações são enviadas para o departamento da prefeitura que cuida da manutenção das ciclovias para ser analisado e utilizado na manutenção das ciclovias e criação de novos projetos para os ciclistas. Demais, não é?

Hop Stop

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Esse eu não vivo sem! Consulto toda vez que vou pela primeira vez a um lugar e não sei qual a melhor opção para chegar mais rápido. Você coloca a sua localização atual, o endereço do destino e ele te dá todas as opções possíveis, o tempo médio e inclusive o valor aproximado do táxi, se essa for a sua escolha. É ótimo porque você pode programar rotas futuras e escolher a hora que você quer chegar ao local para descobrir quando deve sair de onde você estiver. Muito bom!

 

See Toronto

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O See Toronto traz uma lista do que fazer na cidade. Atrações turísticas, eventos que estão acontecendo, restaurantes, shoppings e serviços diversos. O app tem a opção “Internacional”, onde você pode escolher Português e ele te direciona para o website com todas as informações na nossa língua. Bem fácil para quem acabou de chegar e ainda não domina o inglês.

Blog TO
Se você, assim como eu, é fã das listas do tipo “10 melhores restaurantes de comida Japonesa”, “15 eventos que você não deve perder neste inverno em Toronto”, dentre outras, você vai amar esse aplicativo. É super completo e cheio de dicas maravilhosas de onde ir e o que fazer na cidade. Você pode enviar a sua localização e checar todas as opções de restaurantes, galerias, eventos, serviços… Ao clicar no local citado você vai ler uma breve descrição do serviço e a quantidade de estrelas recebidas. Sugiro que você não se prenda as estrelinhas, leia a crítica sobre o local e pesquise um pouco mais. Tem lugares que eu amo e que só receberam duas estrelas…
A aba “Best of Toronto” reúne uma lista (A a Z) dos vencedores de cada ano, em diversas categorias. O app foi bem desenvolvido e não é complicado de usar.

Open Table

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Esse é para quem gosta de se programar e reservar mesas com antecedência em restaurantes. Apesar de muitos restaurantes ainda não oferecerem o serviço, a lista vem crescendo. Você escolhe o local, checa os horários disponíveis, tem acesso a fotos, uma breve descrição e críticas sobre o estabelecimento. Ah, e a cada reserva feita, você acumula pontos que viram descontos de até $100.

Starbucks

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Você pode até não gostar de café, mas em algum ponto da sua vida, enquanto estiver no Canadá, irá visitar uma das milhares de Starbucks espalhadas pela cidade. Se você for do time dos que não funcionam sem uma boa dose de cafeína, o aplicativo da Starbucks será muito útil pelos seguintes motivos: você pode recarregar em uma das lojas ou online usando o seu cartão de crédito; não há nenhuma taxa cobrada pelo cartão; após as 30 primeiras transações usando o cartão, você vira “Gold Member” e passa a acumular estrelas. 12 estrelas dão direito a uma bebida ou sanduíche, muffin, bolo, o que você escolher .

Beck Taxi
Apesar do nosso sistema de transporte público funcionar muito bem, há momentos em que um táxi é necessário. Com o app da Beck Taxi você só precisa fornecer algumas informações básicas e um dos motoristas irá ao seu encontro. Mais prático do que soletrar ao telefone nomes complicados e endereços estranhíssimos.

Toronto Path
Moro há quase três anos em Toronto e ainda me perco quando ando pelo Path, o caminho subterrâneo com mais de 30km. Nos dias mais frios, ele pode te ajudar a evitar a temperatura lá fora. Há algumas semanas baixei o aplicativo e achei bem interessante. Você tem acesso ao mapa de todo o complexo e para se localizar basta clicar no nome da loja mais próxima a você. O app também divulga todas as promoções que ocorrem nas cerca de 1200 lojas subterrâneas. Apesar de bem simples, ajuda bastante!

Cineplex
Esse foi a Bianca, uma amiga, que me indicou e ontem mesmo eu usei para comprar tickets do cinema. Além de ser muito mais fácil do que usar o Google para pesquisar os horários dos filmes, o app reúne tudo em um só lugar. Você pode conferir o que será lançado em breve, os cinemas mais próximos, assistir ao trailer, comprar o ticket, tudo sem abrir várias páginas como no Google. Muito mais prático. Ah! E para os viciados em filmes, sugiro também o Time Play, um aplicativo criado para interagir o público enquanto o filme não começa. É um jogo de perguntas mostradas no telão e respondidas pelo espectador usando o celular. No final, você acumula pontos na sua conta que podem ser trocados por tickets para outros filmes.

Sit or Squat
O último e mais legal de todos! Sabe quando você ta apertado (a) e precisa muuuuito ir ao banheiro? Então, esse aplicativo mostra todos os banheiros disponíveis ao seu redor. E tem mais: ele te avisa se você pode sentar no vaso (limpinho) ou se deve agachar (sujinho). Hahahahahaa muito bom, não é? Gente, na verdade não é muito útil (coloquei só pra descontrair) já que na hora do aperto a gente corre pra o primeiro lugar que a gente acha. Mas o app criado pela Procter and Gamble foi uma ótima sacada. Você ainda pode se cadastrar e enviar a sua opinião sobre o banheiro visitado e fotos – do banheiro, please, não suas!

Existem milhares de outros aplicativos: LCBO, Pizza Pizza, Uber, Yelp… Todos vão te ajudar de alguma forma. Mas a lista ficaria imensa.

😊

Ano Novo em Chicago

Oi gente!!

Queria ter feito esse post bem no comecinho do ano, mas cheguei de viagem um dia antes das aulas recomeçarem e acabei adiando. No final do ano passado, o meu namorado Nik e eu decidimos passar o Réveillon em Chicago, a cidade mais populosa do estado de Illinois , nos Estados Unidos. Ficamos lá por quase uma semana e me apaixonei.
Escolhemos Chicago por diversos motivos. Não tínhamos muitos dias de férias, já que fomos passar o Natal com os pais dele em North Bay (cidade com pouco mais de 50 mil habitantes e que fica a uns 330 km ao norte de Toronto); queríamos um lugar próximo (são menos de duas horas de voo ou 8/9 horas de carro) e sem a necessidade de muito planejamento; o meu visto venceu e eu tinha acabado de entrar em processo de renovação, mas o mesmo não seria concluído a tempo (quando isso acontece você pode visitar SOMENTE os EUA e St. Pierre and Miquelon, e retornar para o Canadá se tiver study ou/e work permit e o passaporte válido com o visto americano, claro). Muita gente não sabe disso, mas é verdade. Para quem quiser se informar, é só clicar aqui.
Decidimos tudo muito rápido. O Nik achou um hotel no centro de Chicago com um preço muito bom e bem próximo a maioria dos pontos turísticos. Apesar de antigo, o Allerton Hotel não deixa nada a desejar. Fica na Michigan Avenue, a mais movimentada da cidade, onde estão as lojas de grifes famosas e os melhores shoppings.

Chicago é uma cidade linda!

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O rio Chicago que tem 251km e se junta a diversos canais, atravessa toda a metrópole e deixa o cenário ainda mais bonito.

Não é a toa que a cidade é conhecida como a “windy city” ou “a cidade dos ventos”. No nosso primeiro dia estava bastante frio. A temperatura variava entre -10 e 2 graus, mas a sensação térmica por conta do vento faz parecer que está ainda mais frio. E venta mesmo, viu? Hahaha
O contraste entre os prédios super modernos e as construções antigas é um dos diferenciais da cidade.

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Na nossa primeira noite estávamos famintos e queríamos comer algo rápido e próximo ao hotel. Nos indicaram o Chefs Burger Bistro e eu que não sou de comer hambúrguer com frequência acabei chutando o balde e provando a MARAVILHA que eles servem!! Bom demais! Super indico.

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A foto não é das melhores já que a fome gritava. Mas é daqueles suculentos, sabe?

No segundo dia visitamos o famoso Millenium Park e decidimos caminhar do hotel até lá. Por sinal, o sistema público de transporte funciona muito bem em Chicago. Não é difícil andar de metrô e o preço é $3 por trecho. Você compra a passagem em máquinas na própria estação, mas elas não dão troco.

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Decidimos comprar o City Pass que custa $94 e dá direito a 5 atrações diferentes. Vale muito a pena, já que o valor médio de cada atração é $40.
Escolhemos visitar o Art Institute of Chicago, que em 2014 foi eleito o Museu número 1 do mundo pelo Trip Advisor. E o local é mesmo incrível!

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Uma amiga do Nik havia nos indicado o restaurante Yolk , o café da manhã mais famoso da cidade. Fomos conferir e voltamos lá quase todos os dias! A fila geralmente é grande, mas o serviço é excelente e a espera é válida. Saímos da “dieta” durante a viagem. Mas, ainda assim, eu tentei fazer escolhas saudáveis.

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No terceiro dia visitamos o famoso Skydeck (sim, aquele que tem um piso de vidro que trincou há um tempo haha). Foi ai que eu realmente percebi que vale MUITO a pena comprar o City Pass, pois ele da direito à fast line e você não precisa esperar horas nas filas gigantescas.
Morro de medo de altura, mas a vista é muito linda!

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O Chicago Theatre é um dos pontos “fotogênicos” da cidade. Com seus letreiros super coloridos, lembra um pouco os teatros da Broadway em NY.

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Caminhamos bastante à noite também. E desbravamos a cidade de uma ponta a outra!

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Sabe a felicidade de uma criança ao abrir presentes? Essa era eu quando descobri que existe uma franquia da Magnolia Bakery em Chicago! Gente, eu sou A-P-A-I-X-O-N-A-D-A pela red velvet cheesecake e pelo banana pudding. Só em lembrar me dá água na boca.

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Quando planejamos a viagem não tínhamos programado nada para a noite de Ano Novo. Queríamos sair para jantar, tomar um vinho e nada mais. Porém, o Nik sabe que eu adoro uma festa e pouco dias antes de embarcarmos ele me surpreendeu com tickets para uma das melhores (e acho que a mais famosa) festa de Réveillon em Chicago, que acontece no Navy Pier, na beira do lago, com uma vista incrível para a queima de fogos. A festa foi muuuito boa! Recomendo se você estiver indo no mesmo período que fomos. E o melhor de tudo: era OPEN BAR! Comidas e bebidas à vontade. Pra ser bem sincera, ainda não tenho maturidade para festas desse tipo hahaha.

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Apesar da ressaca, depois de um café da manhã reforçado, partimos para o Field Museum que foi uma das minhas atrações preferidas. Para quem estiver na cidade acompanhado por crianças, não deixe de ir. Eu amei! É bem parecido com o Museu de História Natural em NY, com fósseis gigantes, com bastante foco na história das civilizações e muita ciência.

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Reserve uma média de 3 horas se você quiser ver todas as exposições. Não deixe de assistir aos filmes (+/- 20min) em 4D, especialmente os que contam a história dos dinossauros expostos no local.
Se a temperatura estiver agradável, vale a pena voltar para o centro da cidade a pé. Caminhe pela orla, à beira do lago e, veja a cidade por um ângulo diferente. Tente pegar o pôr do sol durante o trajeto. A vista é linda demais!

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Pegamos um pouco de neve no penúltimo dia de viagem. Mas, como já estamos super acostumados, não afetou em nada os nossos planos. Outra atração que visitamos foi o Shedd Aquarium, que por muitos anos foi considerado o maior aquário indoor do mundo. Fica bem ao lado do Field Museum, mas como estávamos exaustos no dia anterior, reservamos o dia seguinte para o aquário.
Um dos pontos altos é a apresentação dos golfinhos, leões-marinhos e baleias-brancas. Não achei o show tãaaao emocionte porque gostei muito mais do Seaworld. Mas o parque é, sem dúvida alguma, cheio de atraçōes bacanas.

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Bom, eu poderia escrever outras dez dicas aqui, mas o post já está bem longo e cansativo. Deixamos o 360 Observatório por último, pois já havíamos visto a cidade de cima no Skydeck e queríamos ir ao Signature Room para drinks e jantar, ao invés de fazermos o tour no observatório. No final, estava nevando muito e o céu estava muito nublado. Desistimos do jantar e subimos apenas para “gastar” o ingresso que já tínhamos. Dica: caso suba, compre o passe de $7 para Tilt, uma atração que parece meio boba mas que me deixou morrendo de medo! Você se posiciona em uma cabine de vidro e eles te inclinam. Eu olhei pra baixo por dois segundos e achei que fosse ter um ataque do coração (óbvio que, para aqueles que não tem medo, pode ser bem bobinho).
Antes de voltarmos para Toronto, reservamos a manhã para irmos às compras. Apesar do valor alto do dólar americano, algumas lojas tinham promoçōes irresistíveis. Coisa que os Estados Unidos sabem fazer como ninguém: promoção! Hahaha
O meu clique de despedida… Chicago com neve e um pouco de chuva, mas ainda assim linda!

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Dicas:
– O restaurante Cantina Laredo tem longas filas de espera, mas vale suuuuper a pena. Comida Mexicana deliciosa e um ambiente bem agradável.
– Não sou muito fã de carne, mas Chicago tem as melhores steak houses e o Nik fez questão que fôssemos em uma antes de voltarmos pra casa. A Morton’s cumpre direitinho o seu título de “uma das melhores steak houses de Chicago”. Para quem ama um bom corte e para quem não pede “bem-passado” que nem eu, vale a pena a visita.
– Chicago também é a cidade das “deep dish pizzas” e, infelizmente eu acabei não provando para contar aqui a minha experiência. Mas tinha anotado os lugares mais indicados para comer a iguaria e vou deixar aqui: Burt’s Place, My Pie e Bacino’s. Se alguém for em um desses, me conta aqui o que achou. Ok? 🙂

Vou ficando por aqui, morrendo de saudade de Chicago…
Beijo,

Aritta