Bom dia, sexta-feira! 

Olá amores,

De ontem pra hoje recebi e-mails, mensagens, solicitações de amizade no facebook de leitores que acompanham o blog e que se identificaram com o meu último post, que conta uma fase da minha vida sobre a qual eu não havia falado antes. 

Parte dos meus leitores visita o blog em busca desses textos, mais pessoais. Outros passam por aqui em busca de informações sobre Toronto. E eu quero continuar postando as duas coisas: os meus devaneios, desabafos, histórias engraçadas e a minha experiência de vida aqui. Porém, meu estilo de vida é super corrido e, por diversas vezes, perco a chance de escrever sobre algo legal, algum evento, dica, por não ter tempo. 

Resolvi colocar o blog como uma das minhas prioridades. Eu não ganho nenhum dinheiro com ele, não faço propaganda em troca de nada e o blog ainda é bem pequeno (mas já atingiu quase 50 mil visitantes 😊) e só posto o que realmente gosto. Portanto, queria pedir àqueles que sempre passam por aqui, que me enviem sugestões do que gostariam de ler sobre Toronto. A maioria não comenta no blog, prefere enviar e-mail, e tudo bem, funciona da mesma forma! Outros que me adicionaram no Face, enviem por mensagem. Dessa forma eu organizo melhor os textos e prioridades. 





Obrigada! 

🙂 

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O meu herói não era perfeito 

  
Fazia tempo que eu não chorava ao lembrar do meu pai. Hoje eu cai aos prantos. Chorei no banheiro do trabalho logo após contar a uma colega que hoje faz 7 anos que ele faleceu. “Poxa, logo após o seu aniversário…”, ela disse. Foi o suficiente para eu me lembrar daquela data, o meu aniversário em 2008, quando eu esperei a ligação que nunca veio. 

O meu pai nunca foi o meu melhor amigo. Ele era o meu pai e eu era a filha mais velha que ele tinha. Meus pais se separaram quando eu tinha apenas um ano. Fui morar com a minha mãe no Ceará e meu pai continuou na Bahia. Aos cinco, perdi a minha mãe e cheguei em Porto Seguro como um presente de Natal pro meu pai e meus avós. 

Nunca fui rebelde, sempre lidei bem com a morte da minha mãe, mas não é de mim e nem dela que eu quero falar. A minha mãe é história pra outro capítulo…

O meu pai era a pessoa mais teimosa que eu já conheci. E também fazia o melhor estrogonofe do mundo. Eu o achava lindo. E cheiroso. Foi o homem que mais amei e ao mesmo tempo o que mais me desafiou a aceitar as adversidades da vida. 

De um jeito meio torto ele tentava exercer o seu papel de pai e de um jeito ainda mais torto eu tentava exercer o papel de filha. Discordava de muitas das suas ideias, mas éramos grudados até o início da minha adolescência, quando eu passei a achar que já podia mandar no meu próprio nariz. Eu estava errada. 

O meu pai esteve sempre presente e nos amava (eu e a minha irmã Clara) incondicionalmente. Mas as regras da minha educação eram mesmo ditadas pela minha avó, com a qual nós morávamos e que acabou virando a minha mãe. 

Ele sempre me mimou e eu tinha tudo que queria. Mas, como qualquer adolescente, tive meus momentos de “pisar na bola”. Certa vez a conta de telefone veio mil reais. Ele ficou furioso. Eu, que tinha apenas 16 anos e uma precocidade de assustar a qualquer um, escrevi uma carta de 2 folhas para pedir perdão pelo meu erro. 

Quando ele se separou da mãe da minha irmã, sofreu demais. Eu nunca o abracei para dizer que estava ao seu lado, mas subia para o quarto dele, no segundo andar da casa, e fingia estar dormindo quando ele chegava. Era a minha forma de mostrar que ele jamais estaria sozinho. 

Meu pai morreu logo após uma cirurgia para a retirada de um coágulo na cabeça. Não resistiu ao pós-operatório. É essa a história que eu conto para a maioria das pessoas. E é mesmo a verdade, ou ao menos parte dela…

Meu pai nunca foi um santo. Diversas vezes fui pegar dinheiro para o lanche da escola e encontrei maconha no bolso da sua bermuda. Até ai tudo bem. 

Só que nem todo mundo tem cabeça para enfrentar uma separação e o meu pai acabou se afundando nas drogas. 

Poucas coisas na vida me dão medo. Uma delas é perder a minha sanidade por não saber lidar com a saudade. Mas, temos convivido juntas por tanto tempo e, até agora, parece que sei lidar bem com a maldita. O meu pai não foi forte o suficiente. Começou na maconha, passou para a cocaína e terminou no crack. 

Eu vi aquele homem lindo se desconfigurar. Perder a sua identidade. Eu não o reconhecia e tinha medo do que via. 

O telefone tocou às 11 da noite e era alguém para avisar que o meu pai estava sentado em uma calçada qualquer. O meu herói tinha perdido a sua armadura, a sua força, a sua beleza. 

Nós tentamos, internamos, pedimos socorro e achávamos que conseguiríamos salvá-lo. Eu, no auge dos meus vinte anos, dividia o meu tempo entre a faculdade de Jornalismo, o estágio e as crises de choro ao ver a tristeza que abatia a minha família. Meus avós são as pessoas mais fortes que já conheci. Meu pai fugiu da clínica de reabilitação. Vendia tudo que tinha para comprar drogas.

Um pouco antes do meu aniversário recebi a ligação da minha tia, me contando que ele havia sido encontrado todo machucado, ensanguentado, sem conseguir se manter em pé. Contou que havia apanhado dos ladrões enquanto roubavam a sua moto. Nós sabíamos que ele estava mentindo. 

Minha avó o colocou no meu antigo quarto, pois ele não tinha forças (estava pesando uns 60kg) para subir as escadas. Cuidaram dele por alguns dias até que ele reclamou de dores fortes na cabeça. Descobriram um coágulo e não sabemos se foi de tanto apanhar ou se foi resultado de uma queda, enquanto ele tentava sair da cama. Acredito que a primeira teoria faz mais sentido. 

Me disseram que ele iria operar, mas que eu não devia abandonar a faculdade e ir para Porto Seguro, já que no pós operatório ele não poderia receber visitas e que o melhor seria eu esperar ele ser liberado do hospital, para que eu pudesse vê-lo em casa. Eu concordei. Tia Rita, que sempre foi a escolhida para tratar de assuntos mais delicados, por ser mais firme e saber como lidar com situações complicadas, me ligou logo após ele ser operado. O meu coração disparou e eu achei que algo havia dado errado. Não, a cirurgia havia sido um sucesso. 

Naquela noite eu quase não dormi. Fiz planos, decidi que iria ficar ao lado dele por quanto tempo fosse preciso e que faria o possível para ter o meu herói de volta. 

Na manhã seguinte, a notícia: o meu pai tinha piorado e não resistiu ao pós-operatório. Morreu o meu herói. 

O meu mundo desabou. Todos aqueles planos da noite anterior estavam anotados numa folha do meu caderno. Em poucas horas, resumi numa folha tudo o que queria fazer para recuperar todos aqueles anos em que eu deixei de ser a filha para ser também a mãe, que se preocupava com o filho que não voltava pra casa. 

Estava tudo escrito naquele papel que eu rasguei furiosa enquanto me culpava por não tê-lo ajudado a sair do fundo do poço. Por não ter me internado junto com ele naquela clínica só para impedir que ele fugisse. Por não o ter abraçado forte e dito que o amava quando ele se sentiu sozinho. Por não ter dito que ele não tinha o direito de ser egoísta ao ponto de deixar eu e a minha irmã sem a nossa figura paterna, sem o nosso herói. 

Levou algum tempo até que eu entendesse que eu não podia me culpar pela morte dele. Eu não podia vencer aquela batalha por ele. No fim, o meu herói não era bonito, já não me protegia, não me trazia a paz. O meu herói desistiu de ser herói no momento em que perdeu a batalha para as drogas. Mas eu continuo guardando as lembranças daquele cara cheiroso, cheio de estilo, que fazia o meu jantar e passava no meu quarto só pra me dar um beijo de boa noite quando eu já estava adormecida. Continuo guardando as lembranças de meu pai com a minha irmã no colo, aquele olhar bobo, apaixonado pela sua indiazinha. 

O meu herói estava longe de ser perfeito. O meu herói, na verdade, era cheio de defeitos, pois ele era humano. Foi o homem que mais amei na vida e eu não o teria trocado por ninguém. 

P.s: Eu decidi compartilhar esse texto tão íntimo, escrito ontem, para que muitos de vocês saibam que todos nós enfrentamos problemas. Alguns maiores, outros menores. Ninguém é perfeito. Eu não sou, você não é, o meu herói não era, e talvez o seu também não seja. Ame-o, ainda assim, com todas as fragilidades que ele tem. Porque heróis, infelizmente, não são imortais. E quando partem, fazem uma falta danada. 


Uma tarde no Humber Bay Park

No último domingo, a minha amiga Emanuelle e eu resolvemos encarar o frio e dar uma volta pelo Humber Bay Park, que fica em Etobicoke, município que faz parte de Toronto, localizado no lado oeste da cidade.
O parque foi inaugurado em 1984 e é dividido ao meio (leste e oeste) pela Humber Bay Arch Brigde, uma ponte branca enorme em forma de arco, que passa por cima do Humber Bay River. O local possui trilhas para corrida/caminhada e mesmo nos dias de temperaturas baixíssimas é um dos pontos preferidos por quem mora na região para se exercitar ao ar livre. Há também uma praia, áreas para piquenique, parque infantil, um píer de pesca, um farol histórico no lado oeste e área para os cachorros se divertirem sem a coleira.
O local é lindo em todas as estações do ano, mas no inverno ganha um charme especial com a neve que se espalha por todo o cenário. Um dos pontos altos, é a vista maravilhosa de Downtown Toronto.

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Humber Bay Bridge

E eu tive a péssima ideia de sentar nesse banco pra tirar uma foto. O problema é que não tinha tirado a neve e a minha amiga esperta que só registrou o momento exato. Hahaha

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A minha ideia não deu muito certo haha




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Lake Ontario congelado ao fundo
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Eu e Manu
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Humber Bay Bridge

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O centro de Toronto ao fundo

Essa foto eu roubei da Gabi, minha amiga que corre no parque todo fim de semana. Ela foi tirada de um ponto mais afastado, na Royal York com a Lakeshore. Ao fundo, dá pra ver a CN Tower. Lindo, né?



Foto: Gabriela Corsi


Love Locks  

Uma curiosidade sobre a Humber Bay Bridge é que ela não atrai visitantes somente pela seu formato exótico. Há cerca de três anos casais visitam o local a fim de pendurar um cadeado com as iniciais de cada um e em seguida jogar a chave no rio, para que o amor entre os dois seja eterno.

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Cadeados do amor na Humber Bay Bridge

A tradição, que já famosa em cidades como Paris (Pont des Arts), Nova Iorque (Brooklyn Bridge) e São Francisco (Golden Gate Bridge), não foi vista com bons olhos pelos administradores do parque, que logo trataram de tirar os cadeados. Mas tudo indica que os mesmos foram vencidos pelo cansaço, já que muitos casais continuam pendurando o objeto na ponte. 

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Alguns cadeados são gravados com nomes e datas, outros apenas com uma frase

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Será que o cadeado deu sorte pra eles?

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Como chegar:
Não há uma estacão de metrô muito próxima ao parque e para quem vai usar o TTC, dá para ir até a Union Station e pegar o street car 501 – Queen towards Long Branch e saltar na intersecção da Lake shore Blvd West com a Park Lawn Rd West Side. Outra opção é pegar o metrô até a estação Old Mill e lá pega o ônibus 66D Prince Edward towards Park Lawn Rd and Lake Shore Boulevard. 

Fazer um College no Canadá

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Algumas pessoas me pediram para contar como é a experiência de estudar em um College aqui em Toronto e, como prometido, vamos lá! 🙂
Eu me formei em 2009 em Jornalismo no Brasil e em seguida fiz um ano de Pós Graduação em Comunicação Política. Fazer um College (instituição de ensino menor, equivalente a uma faculdade no Brasil) ou Universidade aqui em Toronto a princípio não estava nos meus planos, mas quando decidi que queria mesmo ficar no país, eu já sabia que teria que enfrentar mais alguns anos de estudo, adquirir um diploma e iniciar uma nova carreira.
Eu amo jornalismo, mas acabei perdendo um pouco do encanto pela profissão. Não me via trabalhando aqui como jornalista e sempre soube que a minha segunda opção de curso seria Marketing.
Meu primeiro passo foi pesquisar as opções de Colleges em Toronto e ver qual deles oferecia um curso que atendesse aos meus critérios. Também conversei com amigos que estudam/estudaram aqui para saber a avaliação deles.
Visitei o George Brown College e conheci a Simone, brasileira que trabalha no departamento que cuida dos estudantes internacionais e ela tirou todas as minhas dúvidas. Foi ela quem explicou como funcionava a questão do work permit e eu acabei optando pelo curso de diploma em Business – Marketing com a duração de dois anos e que me dá o direito de 3 anos de post graduation work permit.
Funciona da seguinte forma: enquanto você está estudando, você tem o direito de trabalhar até 20h semanais durante o período de aulas e 40h semanais nas férias. O meu chefe foi bem flexível e acabou me liberando para pegar algumas horinhas a mais. Isso vai depender do seu trabalho. Você pode escolher um trabalho in campus ou off campus. Depois que você terminar o curso, você terá direito a um Post Graduation Work Permit (PGWPP). Cursos com duração menor do que oito meses não dão direito ao benefício; cursos com duração de 8 meses ou 1 ano te dão direito a trabalhar pelo mesmo período após o final do curso; cursos com a duração de dois anos ou mais te dão direito a 3 anos de PGWPP. Após me formar e trabalhar em tempo integral por um ano, eu já vou poder aplicar para o PR (Permanent Resident) através do Canadian Experience Class.
Depois de decidir pelo George Brown, o segundo passo foi me inscrever online no curso. As aulas iniciam em três períodos diferentes: janeiro, maio e setembro. E vale lembrar que para quem não escolhe cursos de verão, as férias começam na metade de abril e terminam no final de agosto. No final do ano, o recesso é de mais ou menos vinte dias.
Ao contrário do Brasil, em que estudamos por semestres, aqui são quatro meses (intensos!) de aulas que podem ocorrer em um turno ou até dois turnos no mesmo dia. Em fevereiro temos uma semana sem aulas que, inclusive, começa hoje! Eba!!!

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Voltando ao processo da matrícula, a taxa cobrada é de CAD$ 65 e você precisa anexar os seguintes comprovantes: cópia do certificado de conclusão do ensino médio ou de uma graduação realizada no Brasil, traduzido por uma instituição ou profissional credenciado; cópia do resultado obtido no IELTS ou TOEFL (a pontuação requirida varia de acordo com o tipo de programa escolhido) ou se você não tiver feito um dos dois testes, algumas instituições oferecem um teste lá mesmo, onde eles avaliam o seu inglês. Eu optei por esse teste e paguei uma taxa de CAD$ 60. O resultado não sai na mesma hora, mas acho que após duas semanas eles me enviaram um e-mail informando que eu havia sido aprovada.
Depois de realizar todos esses passos, você recebe uma carta da instituição comprovando que você foi aceito e essa carta será usada para a aplicação do visto. Por isso, é super importante que você se organize para fazer tudo com antecedência.
O meu visto foi aplicado em 30 de maio de 2014 e uma semana depois eu recebi o study permit e o work permit em casa.
Com o visto em mãos, você precisa estar atento aos prazos para pagamento do curso, que pode ser feito integral ou em duas vezes.
O valor é alto… em média 15 mil dólares por ano, fora os livros que são super caros. Mas, acredito que o retorno compensa.
Comecei o curso em setembro do ano passado e peguei 6 matérias. O começo, não vou mentir, foi bem difícil. Eu não queria diminuir a minha carga-horária no trabalho pois as despesas só iriam aumentar. Nas primeiras semanas eu entrei em desespero. Trabalhava 35 horas semanais e tinha aula todos os dias. Achei que fosse possível manter a minha rotina, já que no Brasil eu havia trabalhado e estudado. Porém, aqui a quantidade de trabalhos ou assignments é enorme! Ou seja: você precisa se dedicar. Não é difícil, ao contrário do que muitos pensam. É cansativo e exige muita dedicação.

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Como o meu investimento está sendo alto, passei a me cobrar muito. Comecei o curso com o objetivo de me formar com as maiores notas possíveis e organizei uma rotina de estudos com o Nik, o meu namorado que me ajuda muito, principalmente com matemática e contabilidade. Não sou competitiva, mas sou perfeccionista e fico muito mal quando tiro uma nota ruim.
Precisei diminuir as horas no trabalho para dar conta do College. Hoje trabalho uma média de 25h/semana e tenho 7 matérias com aulas de segunda a sexta, sem dia livre. Nos dias em que tenho aula no período da tarde, trabalho das 5 ou 6am às 10/11:30am e sigo direto pro College que fica bem pertinho do trabalho. Quando tenho aula pela manhã, estudo das 8am às 11am e trabalho uma média de 5 horas entre meio dia e 8pm.

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Levei alguns meses para conseguir me adaptar à nova rotina, que também inclui academia, namorar e sair com as amigas. Hoje em dia, apesar de ainda me cobrar bastante, não fico tão mal emocionalmente se não vou muito bem numa prova. Mas eu não me acomodo. Ao invés de aceitar a nota ruim e pensar “Ah, eu só preciso do suficiente pra passar”, eu dedico o dobro de horas e foco no meu objetivo de terminar com no mínimo 8 na média final. A Gabi, minha amiga brasileira que fez o mesmo curso que eu e hoje trabalha no RBC, o maior banco do Canadá, sofre com as minhas intermináveis mensagens desesperadas antes de um teste, trabalho ou quando me dou mal em algo e digo que vou desistir.
Eu tenho me esforçado como nunca me esforcei antes, mas tenho a sorte de estar com alguém que disponibiliza todo o tempo livre dele pra estudar comigo e por ter amigas que vibram quando compartilho com elas a minha evolução e me colocam pra cima quando fico meio desanimada. Obrigada, amores!
Quando me perguntam se vale a pena fazer um College aqui eu pergunto de volta: qual é seu objetivo?
Se você quer apenas ter um diploma de uma instituição internacional, lembre-se que o investimento é muito alto e o custo de vida também. Mas o aprendizado é enorme.
Se você, assim como eu, pretende ficar no Canadá, conseguir um bom emprego e iniciar a sua carreira por aqui, o caminho não será fácil, afinal a concorrência é alta. Em entrevistas de emprego, a maioria das empresas avalia o seu desempenho no College ou Universidade. Então, vale a pena se esforçar e dar o melhor de você.

Outros colleges em Toronto:

Humber
Seneca
Centennial College
Sheridan College

P.s: Postei o texto no blog ontem e hoje recebi a cartinha da George Brown me parabenizando por ter entrado na “Dean’s Honour List” no meu primeiro semestre. A lista consiste num reconhecimento aos alunos que obtiveram a média final igual ou superior a 3.5 de um total de 4. É muito comum na América do Norte e sempre mencionada pelos estudantes quando participam de entrevistas de emprego. Eu passei com 3.65 e fiquei super feliz em ver o meu esforço sendo reconhecido.

🙂